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terça-feira, 12 de abril de 2011



Preço dos alimentos sobe mais de 40% em uma semana

Fatores climáticos adversos e aumento da demanda pressionam os preços dos produtos hortifrutigranjeiros


Os preços dos alimentos, principalmente dos hortifruti, iniciaram abril pressionando a inflação em Belo Horizonte. Dos cinco itens que mais contribuíram para a alta de 0,73% do Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) na primeira semana do mês, quatro são do grupo alimentício. A batata apresentou variação de 20,09%, o quiabo teve seu preço reajustado em 41,12%, os gastos com restaurantes ficaram 0,99% mais caros e a cebola subiu 22,73%. Na semana imediatamente anterior, o IPC-S havia sido de 0,66%.

Os motivos para a elevação dos preços são a menor produção e a maior demanda. Segundo o economista da Fundação Getúlio Vargas (FGV), André Braz, é normal uma escalada nos preços dos alimentos neste período devido a fatores climáticos. As chuvas ou o sol forte prejudicam algumas culturas em determinados momentos do seu ciclo, o que restringe a oferta agora.

Na central de abastecimento CeasaMinas, o preço do quiabo no atacado fechou março com alta de 172% em comparação com fevereiro. O milho verde subiu 95%, a cebola, 48%, e a batata registrou alta de 34%. Dentre as frutas, a manga ficou 26% mais cara, o abacaxi teve alta de 13% e a laranja fechou março com 10% de elevação ante fevereiro.

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