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segunda-feira, 11 de abril de 2011

Dilma assinará cerca de 20 acordos de cooperação com a China

Principal objetivo é diversificar exportação, diz embaixadora brasileira.
Acordos preveem parcerias em tecnologia e esporte, para Copa de 2014. 

Dilma desembarca na China com foco no comércio

A presidente Dilma Rousseff desembarcou na China no final da noite deste domingo (10) em uma viagem que traçará o rumo da relação do Brasil com o país asiático nos próximos anos. No país, Dilma assina cerca de 20 acordos comerciais nas áreas de tecnologia, agricultura, esporte, educação e comércio.

Terceira agenda internacional da presidente, a passagem de Dilma pelas cidades de Pequim, Sanya, Boao e Xian demonstram o interesse brasileiro em aumentar as relações comerciais e política com os chineses. No centro das negociações entre os dois países, está a exigência pelo Brasil de “reciprocidade”.
Entre os acordos que serão assinados com a China está um que prevê a venda de aeronaves da empresa brasileira Embraer para companhias aéreas chinesas. Os aviões farão voos regionais no país asiático.
Outros acordos que serão assinados estabelecem a instalação de um centro de pesquisa conjunta em nanotecnologia. Há também parcerias em pesquisa e inovação em agricultura, defesa, biocombustíveis, eletricidade e prospecção de petróleo.
A China pode contribuir compartilhando conhecimento nas áreas espacial e de nanotecnologia, enquanto Brasil está apto a dividir técnicas de localização e prospecção de petróleo e gás, por exemplo.

“Há terreno para avançarmos na área espacial e outras. A China é um país avançado. É o caso de intercambiarmos técnicas, métodos, visitas de especialistas”, disse a embaixadora Maria Edileuza Fontinele, subsecretária de Política do Itamaraty,
Serão oficializadas também parcerias entre a Petrobras e as empresas chinesas Sinochem e Sinopec para o desenvolvimento de tecnologias de prospecção e troca de experiências em pesquisas geológicas.

Outro acordo prevê parcerias no desenvolvimento de energia através de biocombustíveis. Uma das possibilidades estudadas na China é produzir biocombustível a partir de algas.

 

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