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domingo, 10 de abril de 2011

Suspeito de matar irmãs é preso em Cunha, no interior de SP

A Polícia Civil prendeu, na madrugada desta segunda-feira, o principal suspeito de matar as irmãs Josely Laurentina de Oliveira, de 16 anos, e Juliana Vânia de Oliveira, de 15 anos, na cidade de Cunha, no interior de São Paulo.

Segundo a polícia, o Ananias dos Santos – um dos mais procurados do país – foi detido por volta das 6h em um sítio da própria família, também em Cunha. O suspeito é fugitivo da Penitenciária de Tremembé,  onde cumpria pena por evasão, formação de quadrilha, roubo, porte ilegal de armas e constrangimento ilegal.

Ananias foi levado para a Delegacia de Investigações Gerais de Guaratinguetá e, durante o caminho, teria confessado a autoria do crime ao delegado responsável pelo caso. Neste momento, os policiais procuram pela arma usada pelo assassino, que já indicou o local do esconderijo.

Após uma saída temporária em março de 2009, durante a Pácoa, o criminoso não retornou ao presídio.
O caso

Josely e Juliana desapareceram no dia 23 de março, quando voltavam da escola e após cinco dias, os corpos foram encontrados na zona rural, a 12 km de onde moravam.


Domingo, 10 de abril de 2011



Ex-alunos de 1972 oferecem ajuda a alunos e parentes das vítimas da Escola Tasso da Silveira


Rio de Janeiro - Um grupo de alunos de 1972, da primeira turma da Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo, zona oeste do Rio de Janeiro, vai se oferecer para ajudar a escola, os alunos e os parentes das vítimas. Entre os ex-alunos estão pedagogos, advogados, psicólogos e outros profissionais que vão disponibilizar parte de seu tempo para ajudar a aliviar a dor da tragédia ocorrida na última quinta-feira (7), quando 12 crianças foram mortas pelo atirador Wellington de Oliveira, também um ex-aluno.
Segundo a psicopedagoga Roseane Lau Pacheco, o grupo vai procurar a direção da escola para marcar uma reunião e se oferecer para o que for preciso. “Quem precisar de ajuda, nós estaremos aqui. Essa escola sempre teve uma imagem positiva. No ano em que ela foi inaugurada, nós viemos para cá com muitos sonhos, muitas expectativas e realmente conseguimos ser felizes e conseguimos crescer. E, de repente, acontece isso tudo. O sofrimento é muito grande. As famílias estão sofrendo muito”, afirmou.
Na tarde de hoje (10), em frente à escola, cerca de 30 ex-alunos da turma de 1972, que se formou em 1975, fizeram um ato em homenagem às vítimas do tiroteio. Eles ainda não sabem como será a comemoração dos 40 anos da escola, completados neste ano.

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