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sábado, 7 de maio de 2011

Agnelo e Perillo inauguram obras da adutora de Corumbá
A dificuldade no abastecimento de água está entre os problemas gerados pelo crescimento urbano acelerado. Atualmente, os cinco sistemas responsáveis por levar a o bem natural até a casa de 1,2 milhão de brasilienses estão saturados. Uma outra alternativa parte da represa da usina hidrelétrica de Corumbá IV, localizada próximo a Luziânia (GO). Nesta sexta-feira (6/5), os governadores Marconi Perillo (PSDB-GO) e Agnelo Queiroz (PT-DF) participaram de cerimônia que dá início às obras da adutora de Corumbá. A obra de 15km será financiada por dinheiro do governo federal, no total de R$ 42,8 milhões. O trecho de 13km sob responsabilidade dos goianos, avaliado em R$ 39 milhões, está 60% pronto. Os 28 km de adutora para a captação de água bruta devem ficar prontos em dois anos.

O sistema de abastecimento beneficiará as cidades do Entorno sul do DF: Novo Gama, Valparaíso de Goiás, Cidade Ocidental e Novo Gama. Em uma outra etapa, alcançará Santa Maria, Gama, Recanto das Emas, Riacho Fundo 1 e 2, Ceilândia, Taguatinga, Águas Claras e Núcleo Bandeirante. Também é possível que o sistema beneficie as invasões dos condimínios Por do Sol e Sol Nascente, na Ceilândia. Até 2040, os governantes esperam duplicar a oferta de água na capital federal e arredores. "Só esse adutor fornecerá um terço do volume de água que o Distrito Federal consome. Essa obra é fundamental para assegurar o abastecimento no futuro", avaliou Agnelo.

Ao todo, a obra custará R$ 386 milhões aos cofres locais, goianos e federais. Além da construção da adutora de água bruta, o GDF pagará R$ 98,8 milhões na construção da estação de tratamento de água de Valparaíso. Agnelo considerou a obra "estratégica" para o futuro da região. E pediu para o consórcio correr com o trabalho para entregar a adutora no início de 2013, antes da Copa das Conderações de futebol.

Perilo aproveitou o discurso para reforçar a união entre Goiás e o Distrito Federal para melhorar as condições do Entorno. "O Entorno precisa de Brasília e Brasília, de Goiás", disse, citando problemas da segurança pública, do transporte e da saúde. Agnelo apoiou a união entre os vizinhos. Os políticos visitaram o local das obras da adutora juntos.

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