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segunda-feira, 23 de maio de 2011

Preso homem apontado pela polícia como maior falsificador do DF e Entorno
A Polícia Civil identificou o maior falsificador de documentos do DF e entorno na manhã desta segunda-feira (23/5). Manoel Messias Madeira, 32 anos, era procurado desde 2009. Ele foi encontrado em Luziânia e trazido ao Distrito Federal, onde está preso preventivamente.

Por volta das 6h, o acusado foi preso no Parque Estrela D’alva 4, na rua 24 da quadra 270. De acordo com o delegado-adjunto Daniel Gomes, da Delegacia de Roubos e Furto de Veículos (DRFV), Manoel é considerado foragido desde outubro de 2009. À época, 15 de 18 procurados foram presos na Operação Santa Maria, contra bando especializado em roubos de carros. Desde então, seguia em aberto o mandado de prisão de Manoel por formação de quadrilha e falsificação de documento público. Se condenado pelos crimes, pode receber até 12 anos de prisão.

De acordo com o delegado, constantes mudanças de Manoel dificultaram a prisão. Apenas nesta segunda, ele foi procurado em três endereços. Segundo Gomes, o acusado é apontado como autor em 16 inquéritos, abertos desde 2002 - Além de formação de quadrilha e falsificação, ele é acusado também por estelionato. Segundo o delegado, desde 2009 a DRFV desarticulou nove quadrilhas com possível uso dos documentos atribuídos ao acusado. “Podemos afirmar que é o maior falsário do DF e Entorno”, disse.

Por enquanto, os investigadores confirmaram o envolvimento do acusado no bando de Santa Maria. De acordo com o delegado, intermediários entregavam cópias de Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo (CLRV) aos grupos de ladrões de carros. “Ele fornecia para dois irmãos, que repassavam à quadrilha. Cobrava de 350 a 400 por documento”, detalhou.

Segundo o delegado, será investigado o uso das cópias em estelionatos. As falsificações são preenchidas com dados clonados, de veículos em situação regular, e confeccionadas, segundo Gomes, com espelhos originais dos Departamentos de Trânsito do DF e do Goiás.“São documentos de boa qualidade, cópias aptas a enganar”, reconheceu. “Esses produtos são sempre fruto de crime, foram furtados ou roubados”, disse o delegado, sobre os espelhos, feitos em papel-moeda. “São roubados em lotes, em grandes quantidades. Com certeza, ainda há documentos falsificados circulando.”

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