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segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Grupo anti-Kadhafi espera fim do regime em embaixada líbia no Brasil

Cerca de 10 pessoas estão na embaixada em Brasília.
Esperamos que país se torne democrático', diz líbio que vive no Brasil.

 em Brasília
Nabil Nasser, Adel Swasy e Mohamed El-Zwey em frente à embaixada da Líbia (Foto: G1)Nabil Nasser, Adel Swasy e Mohamed El-Zwey
em frente à embaixada da Líbia (Foto: G1)
Um grupo de cerca de dez líbios que vivem no Brasil, contrários ao governo de Muamar Kadhafi na Líbia, está na manhã desta segunda-feira (22) dentro da Embaixada da Líbia no Brasil. Eles aguardam a confirmação da queda do regime de Kadhafi no país.
A Líbia está em guerra civil desde fevereiro deste ano, quando forças rebeldes iniciaram protestos para exigir a saída de Kadhafi. Nesta segunda, franco-atiradores do governo líbio oferecem resistência ao avanço dos rebeldes que chegaram ao coração da capital, Trípoli, e foram ovacionados por multidões que celebravam o fim iminente dos 42 anos do regime.
De acordo com o empresário Mohamed El-Zwey, que está no Brasil há 24 anos e mora em São Paulo, o grupo está na embaixada em Brasília desde sexta (19) a convite de diplomatas líbios no Brasil que são contra Kadhafi. No fim de semana, cerca de 30 pessoas estavam na embaixada, mas uma parte do grupo precisou voltar para suas cidades.
O embaixador da Líbia no Brasil, Salem Zubeide, e um diplomata são favoráveis ao regime de Kadhafi. Outros quatro diplomatas são contra o regime. O embaixador não está na embaixada na manhã desta segunda. O clima dentro da embaixada é pacífico.
O grupo que está no local faz parte dos que participaram de manifestação na sexta-feira em frente à embaixada.
"O Regime acabou. Só precisamos encontrar o coronel Muammar Kadhafi para confirmar. (...) Agora esperamos que o país torne-se democrático", disse o empresário Mohamed El-Zwey ao G1 na manhã desta segunda.
"O governo não tem mais forças, não tem nem o apoio das Forças Armadas", diz El-Zwey.
O comerciante Nabil Nasser mora no Brasil há quase 30 anos e também faz parte do grupo que está na embaixada. Veio de São Paulo para esperar a queda do regime líbio.
"Quero que a Líbia seja igual ao Brasil, onde todos podem se expressar. Queremos uma Líbia para todos. A gente confia no governo provisório", diz Nasser.
O autônomo Abdalla Al Hamdy participou dos protestos na sexta-feira. Disse esperar que o governo brasileiro agilize a saída do embaixador do cargo.
Contou que, em razão dos conflitos, a família dele deixou a Líbia em março e se mudou para Tunísia. Na última sexta, a família voltou para a Líbia. Um irmão ligou de Trípoli dizendo que os rebeldes controlaram a situação.
O diplomata Adel Swasy falou com a reportagem e disse esperar que seja "ótima" a vida na Líbia com o fim do regime de Kadhafi.
 fonte: G1,DF

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