javascript:; Trinta e duas pessoas foram presas durante a Operação Cerrado, que cumpre mandados de prisão em Luziânia e municípios goianos próximos a Brasília. O objetivo da ação - realizada pela Força Nacional e as Polícias Civil, Militar e Técnico-Científica - é recapturar bandidos perigosos, que matam para roubar. Antes de serem levados para a cadeia, os suspeitos de serem foragidos passaram por exame de corpo delito no Instituto Médico Legal (IML). Entre os procurados, estavam pessoas que cometeram homicídios, latrocínio, tráfico de drogas, estupro e roubo. A Operação Cerrado contou com a participação de centenas de homens e também foi realizada em Valparaíso, Cidade Ocidental, Novo Gama, Águas Lindas, Formosa e Planaltina de Goiás. No Entorno do Distrito Federal há cerca de 10 mil inquéritos parados, sendo 2 mil de homicídios. O delegado Fabiano Medeiros comenta que o índice de criminalidade é grande na região. “Isso [a operação] com certeza vai viabilizar de forma positiva o trabalho policial”, afirma Fabiano. Os moradores esperam que ações como esta sejam realizadas com mais frequência. “A gente se sente mais aliviado porque aí tira muitos malandros da rua”, diz o pedreiro Ângelo Rodrigues. Para o motorista Valdécio Ferreira, os crimes têm aumentado. “Então tem que ter a segurança mesmo mais forte. Precisamos de mais segurança”, enfatiza. ~ INGÁ ONLINE

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Trinta e duas pessoas foram presas durante a Operação Cerrado, que cumpre mandados de prisão em Luziânia e municípios goianos próximos a Brasília. O objetivo da ação - realizada pela Força Nacional e as Polícias Civil, Militar e Técnico-Científica - é recapturar bandidos perigosos, que matam para roubar. Antes de serem levados para a cadeia, os suspeitos de serem foragidos passaram por exame de corpo delito no Instituto Médico Legal (IML). Entre os procurados, estavam pessoas que cometeram homicídios, latrocínio, tráfico de drogas, estupro e roubo. A Operação Cerrado contou com a participação de centenas de homens e também foi realizada em Valparaíso, Cidade Ocidental, Novo Gama, Águas Lindas, Formosa e Planaltina de Goiás. No Entorno do Distrito Federal há cerca de 10 mil inquéritos parados, sendo 2 mil de homicídios. O delegado Fabiano Medeiros comenta que o índice de criminalidade é grande na região. “Isso [a operação] com certeza vai viabilizar de forma positiva o trabalho policial”, afirma Fabiano. Os moradores esperam que ações como esta sejam realizadas com mais frequência. “A gente se sente mais aliviado porque aí tira muitos malandros da rua”, diz o pedreiro Ângelo Rodrigues. Para o motorista Valdécio Ferreira, os crimes têm aumentado. “Então tem que ter a segurança mesmo mais forte. Precisamos de mais segurança”, enfatiza.

Cerca de 25 casos foram registrados nos três primeiros meses deste ano.
Dono de minimercado afirma que estabelecimento já foi roubado 13 vezes.

Em Luziânia (GO), no Entorno do Distrito Federal, os contínuos roubos estão preocupando os comerciantes que trabalham diariamente na região. De acordo com a Polícia Civil, somente nos primeiros três meses desse ano foram registrados cerca de 25 assaltos em pequenas empresas do município, o que representa um aumento de 30% neste tipo de crime em relação a 2011.
Ainda segundo a polícia, a maioria dos delitos ocorre no Setor Central da cidade. “Já fui roubado 13 vezes aqui. Normalmente, os criminosos abordam com faca ou revólver”, conta Orcalino da Silva, que é dono de um minimercado.
Já em um grande supermercado do município, as câmeras de segurança não intimidaram os assaltantes. Durante a ação (veja vídeo acima), entraram pela porta da frente do estabelecimento, renderam os funcionários e clientes, vestiram os uniformes da empresa e ainda fizeram os empregados carregarem os cofres até um dos carros usados na fuga. O prejuízo na empresa foi de aproximadamente R$ 30 mil.
Para o tenente-coronel da Polícia Militar Wellington Reis, os ladrões estudam e calculam bastante os riscos antes de agir. “A maioria da vezes o criminoso é um reincidente, pois ele próprio calcula a pena que ele poderá pegar, a morosidade da Justiça e, com a nova mudança do Código Penal, se ele poderá pagar uma fiança, caso seja capturado”, explica. Apesar do número de ocorrências de roubos na região, ele garante: “O efetivo da PM é suficiente para a cidade”.

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