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sexta-feira, 3 de maio de 2013

Começa tumultuado 2º dia da greve dos motoristas de ônibus em Goiânia

Passageiros lotam pontos de ônibus e terminais à espera de transporte.
Justiça determinou que mil ônibus circulem em horário de pico nesta sexta.

No segundo dia de greve dos motoristas do transporte público da Grande Goiânia, terminais e pontos de ônibus estão cheios de usuários à espera do serviço. De acordo com a Central de Controle Operacional da Rede Metropolitana de Transporte Coletivo (RMTC), 790 ônibus estão em operação na manhã desta sexta-feira (3). Normalmente, deveriam estar rodando 1.354 veículos.
A Justiça do Trabalho determinou na quinta-feira (2) que 70% da frota deve operar nos horários de pico e 40%, nos horários normais. No entanto, conforme os números da RMTC, a medida não foi cumprida nesta manhã, pois deveriam estar rodando 1 mil ônibus das 5h às 7h.
Apesar da demora em passar ônibus, a Polícia Militar informou que não há registro de violência ou protestos. Os militares estão monitorando a situação nos terminais do Dergo, Praça A, Praça da Bíblia, Bandeiras e Padre Pelágio, onde ainda não houve incidentes nesta manhã.
A situação é diferente da registrada quinta-feira, quando os usuários foram surpreendidos com a paralisação dos motoristas. O sindicato da categoria e os representantes das empresas de transporte coletivo tinham entrado em acordo na quarta-feira (1º) e a greve estaria suspensa. Mas não foi o que aconteceu.
Revoltados, passageiros fecharam o terminal Praça da Bíblia, no Setor Leste universitário, em Goiânia, e invadiram a pista do Eixo Anhanguera para protestar. Dentro do terminal, muita gente esperava, sentada na plataforma, sem ter como ir para o trabalho ou voltar para casa. O problema se repetia nos terminais das Bandeiras, na região sudoeste da capital, e Padre Pelágio, que atende a região noroeste.
Impasse
Terminou em confusão a reunião que discutiria os rumos do movimento grevista,  na quinta-feira (veja vídeo ao lado). O encontro aconteceu na sede do Sindicato dos Trabalhadores em Transporte Rodoviário no Estado de Goiás (Sindittransporte) e foi preciso que a Polícia Militar interviesse para controlar o tumulto. Na assembleia, os trabalhadores não concordaram com a proposta feita pelo sindicato.
Ainda na quinta-feira, à noite, uma audiência foi realizada com motoristas, empresas do transporte público e a Companhia Metropolitana de Transportes Coletivos (CMTC). Eles debateram a decisão do desembargador do Tribunal Regional do Trabalho Planton Teixeira Filho, que acatou pedido do Ministério Público do Trabalho, determinando que pelo menos 70% da frota começasse a rodar a partir da meia noite desta sexta-feira nos horários de pico.
A porcentagem corresponde a cerca de mil ônibus, que devem circular das 5h às 7h; das 11h às 14h; e das 16h às 20h. Nos horários de entrepico, a medida obriga que 40% da frota circule. A decisão vale para toda a Região Metropolitana de Goiânia. Foi fixada uma pena de R$ 50 mil por dia em caso de descumprimento.

fonte: do G1-GO

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